All Posts By Juh Sarah

Look da Vez: Saia de Tule

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O look de hoje é totalmente inusitado, até porque, eu nunca havia me imaginava usando uma saia de tule. Pra dizer a verdade, eu sempre amei saia de tule e tenho uma pasta no computador, só com fotos de looks com esse tipo de saia que fui achando pela internet, até de meninas gordas e foi nessas que me inspirei. Mas apesar disso, eu ainda não tinha me aventurado a ter uma saia de tule, mas ao ver várias marcas de moda plus size comercializando essa peça, comecei a me sentir tentada a comprar. No Bazar Tropical que teve aqui no Rio de Janeiro, eu cheguei a experimentar dessa saia de três marcas diferentes, mas acabei me decidindo pela da Xica Vaidosa, pois foi vestir e me apaixonar. O engraçado é que uma senhora quando me viu com a saia, me disse: “ah, mas você ficou enorme de gorda com essa saia!”, e eu de forma descontraída respondi: “mas nóis veste saia de tule pra ficar mais gorda mesmo, se fosse pra ficar mais magra, nóis usava saia lápis” (sic).  O fato é que se trata de uma peça volumosa, que chama atenção, e que não tem como passar despercebida, então ela aumenta visualmente a gente, e quem for usar tem que estar ciente disso. Mas eu não estou nem um pouco preocupada com isso, ao contrário, e quero explorar todas as possibilidades da saia, criando looks diversos. É claro que se trata de uma peça conceitual, então não dá pra colocar pra ir trabalhar, pra ir num local onde a formalidade seja exigida, não dá pra usar corriqueiramente, pra bater perna no shopping numa tarde, por exemplo, mas dá pra usar em eventos onde a gente possa ir mais estilosa.  E tudo depende da forma que ela será usada, porque com salto ela ganha ares mais glamourosos e ainda mais poder, mas com sapatilhas ou tênis, ela resgata a pegada menina que todas nós temos por dentro, e torna possíveis looks mais fofos e românticos. E por falar em look fofo, eu aproveitei para fazer uma brincadeira com esse look, usando salto alto, maxicolar e uma t-shirt da Minie, ou seja, todos os outros elementos traziam consigo uma pegada mais sexy, que foi quebrada pela t-shirt com motivo infantil. Enfim, eu acho que vale tudo, desde que a gente esteja se sentindo bem e confortável dentro da peça, e que consiga segurar a onda, porque uma peça impactante exige de nós não somente a coragem para usá-la, mas uma dose extra de personalidade, para se jogar no look com total confiança, ou seja, sem medo!

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Espero que vocês tenham gostado!

Até a próxima!

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Look da Vez: Vestido Lady Like Floral

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O look de h0je é mais um dos que eu tenho um amor imenso, porque esse vestido floral é simplesmente lindo, além de ter  um colorido maravilhoso. Ele é da Upsy e a modelagem é perfeita, com cintura marcada e saia rodada do jeito que eu gosto. O engraçado que esse tipo de vestido deixa a gente arrumada sem precisar de praticamente nada, porque é vestir e sair para arrasar. O povo diz que vestidos com fundo branco engordam, mas tudo é uma questão de modelagem mesmo, porque esse caiu perfeitamente bem no meu corpo e é um dos meus preferidos. Essa coisa de ter bolsos dos lados, deixa ele ainda mais lindo, mais glamouroso e mais apaixonante, e posso garantir que todas as vezes em que uso ele,  ouço elogios e sempre alguém me pergunta onde eu comprei. Não vejo problema nenhum em usar roupas de lojas de departamento, mas acho fabuloso poder sair na rua e perceber que não vou achar outra  pessoa com o mesmo vestido que eu. A marca faz poucas peças de cada estampa, e não é daqui do Rio de Janeiro, e isso dá um ar de coisa rara que eu adoro, e que certamente faz a peça ter muito mais valor. É o tipo de vestido comportado, porque é todo fechado e com um comprimento abaixo dos joelhos, mas que ao mesmo tempo tem um frescor tão doce, que consegue passar modernidade, ainda que seja estilo retrô. Eu acho que ele fica perfeito com salto alto, e aproveitei para usá-lo com esse sapato num tom de rosa nude maravilhoso, que soube “conversar” super bem com a sua estampa. Mas ele também pode ser usado com saltos mais baixos, tipo aqueles quadrados bem largos, ou mesmo com sapatilhas ou sandálias. De qualquer jeito, ele é maravilhoso,  e vale a pena se lançar sem medo num modelo assim. Afinal de contas, quem não quer sair por aí poderosa?

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Espero que tenham gostado!

Até a próxima!

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Baddie Winkle: a vovó colorida que é um fenômeno na internet

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Quando se fala em “It Girl”, logo se imagina mulheres jovens e estilosas, que por conta da sua beleza, estilo e atitude, tem milhares de fãs nas redes sociais (em especial, no Instagram), mas logo que conheci a Baddie Winkle, percebi a forma maravilhosa e poderosa com que ela simplesmente destruiu esse conceito. Nascida em 1928, na cidade de Hazard, no Kentcky, Helen Winkle (seu nome de batismo), parecia ser apenas mais uma típica americana do interior, que viveria toda a sua vida anônima. Mas a vida dessa senhorinha “babadeira” é composta de uma história de superação, pois seu marido morreu num terrível acidente de carro, quando comemoravam 35 anos juntos, e ela também perdeu um filho aos 46 anos, vítima de câncer. Depois desses dois baques, ela passou por um período de luto e de imensa tristeza e estagnação, até que com o apoio de uma bisneta, começou a postar seus looks nas redes sociais. Por ter um visual totalmente incomum, ela foi conquistando um número cada vez maior de seguidores e fãs, e hoje, conta com mais de 5 milhões de seguidores nas redes sociais, o que é algo bastante incomum para uma senhorinha de quase 90 anos. Aliás, já vi fotos dela com mais de 100.000 likes, vocês imaginam o que é isso? Uma vovozinha conseguindo mais de 100.000 likes numa foto! Por conta do seu sucesso, acabou chamando a atenção da mídia e sendo convidada para diversos programas de TV, festivais, premiações da MTV e diversos tipos de evento. Com o total apoio da família, ela viaja pelos EUA e posta sempre suas aventuras com fotos divertidas e cheias de estilo, acompanhadas de frases afrontosas e ao mesmo tempo, divertidas. E o mais importante disso tudo, é perceber como uma mulher da idade dela, consegue ser tão otimista diante das adiversidades da vida, e encontra forças para entrar na brincadeira e sair por aí colorida e com um lindo sorriso no rosto. Infelizmente, se fosse aqui no Brasil, certamente ela não faria tanto sucesso porque existe uma hiper valorização da juventude e beleza das mulheres, somos cobradas à todo momento para que nos mantenhamos jovens e belas por toda a vida. E todos nós sabemos que isso é impossível, mas ainda assim, esse “ideal” é perseguido com tanta força e tanto afinco, que existem multidões de mulheres que não se amam, não se aceitam e se deixam levar pelo que prega a mídia e essa sociedade hipócrita e cruel. Me encanta a forma como ela abraça o colorido, como parece se divertir na composição de cada look e como se posiciona diante da vida, sem ficar projetando o futuro, mas vivendo intensamente o dia de hoje. E certamente o que falta em várias de nós, é um pouco mais de colorido na vida, na alma, para passarmos a entender o quanto podemos ser bonitas e interessantes, mesmo que não sejamos mais jovens. Sem dúvida alguma, é preciso se desfazer dos ensinamentos errados que recebemos, que nos prendiam dentro de um prazo de validade, e enxergamos que podemos ser bem mais, ir mais além e nos sentirmos cada dia mais felizes e completas. Precisamos entender urgentemente que não existe padrão, que não precisamos agir e nos portar como as pessoas esperam, de acordo com a nossa idade, temos que manter a ousadia, a alegria e a liberdade de sermos quem somos, da melhor forma que pudermos ser. E eu não estou dizendo que você tenha que andar com looks como os da Baddie para ser feliz, mas já parou para pensar quantas coisas já deixou de fazer por se considerar velha e/ou inadequada?  O tanto de coisas das quais abriu mão por não estar dentro de um padrão? Essa mulher muito mais do que looks coloridos e super descolados, nos deixa uma lição que precisa ser aprendida, a de que podemos ser tudo o que quisermos, do nosso jeito e da nossa maneira. E se alguém lhe disser o contrário, abstraia o comentário e siga normalmente a sua vida, afinal, a única coisa que realmente importa, é ser feliz.

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Look da vez: Vestido Decotão (versão godê)

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Não escondo de ninguém minha grande paixão por vestidos, e sempre que bato o olho em algum pelo qual me apaixono, eu arrumo um jeito de comprar. E esse vestido Decotão versão godê, da Xica Vaidosa, foi um desses casos. Quando vi um post  da Ju Romano com ele, já fui atrás para garantir o meu, mas ele acabou muito rápido e eu fiquei bem triste por não ter conseguido comprar. Busquei em lojas multimarcas na internet que revendessem peças da marca, mas só estava conseguindo encontrar em tamanhos bem maiores que o meu. Felizmente a empresa volta e meia faz uma reedição de peças que foram sucesso, as peças consagradas e foi numa dessas reedições que eu pude garantir um pra mim. Eu gosto muito de vestidos mais ajustados na parte de cima e que marquem bem a cintura, e essa coisa de ser mais folgadinho na parte de baixo já é uma das minhas marcas registradas, porque vestidos estilo lady like, são os meus preferidos. Esse em especial, tem uma discreta pegada sexy, até por conta do decote generoso que vai dos seios até a cintura, e também é um pretinho nada básico, que serve para ir à um evento, mas que tranquilamente pode ser usado numa baladinha ou numa saída ao teatro ou cinema (dependendo só dos acessórios usados). E por falar em seios, esse vestido não pode ser usado com sutiã, mas por ser num tecido mais encorpado e ficar ajustado no corpo, fica tudo no lugar certinho e a gente pode se jogar, sem medo de ser feliz. Montei esse look com poucas peças, apenas um maxicolar, um par de brincos e um salto poderoso numa cor bem chamativa. Todo perfeitinho e com modelagem super acertada, deixa a gente com jeito de rica e com um poder absoluto. E eu comentei que ele é a versão godê, porque existe uma versão evasê desse mesmo vestido, ambos da Xica Vaidosa, e embora os dois sejam lindos, eu acho que o godê combina mais comigo, porque eu adoro uma saia rodada. É ou não é para se apaixonar?

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Espero que tenham gostado, porque eu adorei!

Até a próxima!

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Minha experiência com a Dr. Lava Tudo

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Já tem um bom tempinho que eu queria lavar os sofás de tecido da minha casa, porque com o tempo de uso, a gente realmente precisa higienizar para matar ácaros, bactérias e para deixar limpinho, e foi maravilhoso quando o pessoal da Dr. Lava Tudo veio fazer o serviço. Além da sujeira ocasionada por conta do uso diário e da poluição do ar, temos um cachorro que apesar de grandão, vive aprontando coisas de filhote, e foi numa dessas aprontadas, que dia desses,  ele fez xixi na base do sofá de três lugares, por conta disso, a visita de uma empresa para limpar o sofá, era mais do que urgente e necessária.  À princípio eu não sabia de onde estava vindo o mau cheiro, e procurando por alguns minutos sem sucesso, mas logo que percebi de onde vinha, fiz de tudo para solucionar o problema e tentei limpar da forma que pude, com produtos de limpeza convencionais, mas sem sucesso. E vocês não imaginam o quanto me incomodava ter um sofá em casa cheirando à xixi de cachorro, pois por mais que a sala estivesse limpa, era sempre esse desagradável odor que sobressaía. Na verdade, o sofá que estava em situação mais crítica, era o de três lugares, pois é o mais utilizado, e por conta disso, estava mais sujo. Também era o que estava com o insuportável cheiro de xixi.

Os serviços acordados foram a lavagem e a impermeabilização dos dois sofás, e eu só posso dizer que a experiência foi mais do que válida, porque o serviço foi executado com presteza e todo o cuidado do mundo, provando que os profissionais envolvidos são mesmo muito competentes. Para começar, eu não tenho muito espaço nessa sala, que na verdade é uma das salas da casa e funciona como sala de vídeo, pois fica na parte de cima e é mais escondida do que a outra,  mas mesmo assim, a lavagem  foi feita da forma devida. O técnico trás com ele uma lona enorme que forra o chão, e muitos panos de chão também, tudo isso para impedir que o chão se suje ou fique molhado.

Os produtos utilizados na lavagem não são os convencionais, por isso nem adianta tentar comprar alguma coisa no supermercado que seja similar, porque não existe. São produtos próprios e super concentrados, que limpam, higienizam, matam bactérias e ácaros e ainda amaciam os estofados.  Ah, e o cheiro é maravilhoso e fica no ambiente por muito tempo. Depois de dois dias de lavagem do sofá, veio outro rapaz, dessa vez,  para impermeabilizar, ou seja, o sofá está protegido contra líquidos não ácidos e/ou corrosivos, ou seja água, suco, refrigerante, café, mas infelizmente a impermeabilização não protege contra xixi de cachorro, mas tá tranquilo, porque a porta que dá acesso à essa sala, agora vive fechada. Deem uma olhadinha nas fotos do antes:

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Por mais que a gente tenha cuidado, os sofás de tecido acabam acumulando mais sujeira do que os outros, e poder recuperar um estofado deixando-o limpinho e cheiroso, é simplesmente maravilhoso. Uma pena que a internet (ainda) não permita que possamos sentir o cheirinho das coisas, porque se isso fosse possível, vocês poderiam perceber como esses sofás ficaram cheirosos, aliás, ficaram tão cheirosos, que a casa inteira ficou perfumada. Abaixo, as fotos do depois, para vocês verem a diferença:

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Eu também gravei um vídeo para mostrar com mais detalhes os serviços que foram utilizados, porque pelas fotos não dá pra ver realmente o antes e depois dos sofás, justamente por conta do tecido (Sued), que tem essa aparência meio aveludada, meio molhada,  e dependendo da posição e da iluminação da foto, dá impressão de que os sofás ficaram manchados, mas eu posso garantir que não tem mancha nenhuma. Acredito que pelo vídeo, fique mais fácil de analisar o antes e depois, deem uma olhadinha:

Então a dica de hoje é manter os estofados limpos e cheirosos com a ajuda da Dr. Lava Tudo. Lembrando que eles Limpam e higienizam outros itens também, como bancos de carros, carrinhos de bebê, bichinhos de pelúcia, carpetes e tapetes, cadeiras e poltronas (dentre outros). Para maiores informações, entrem em contato direto com eles, pois eles tiram todas as dúvidas.

Site da empresa: www.drlavatudo.com

Página no Facebook: www.facebook.com/drlavatudo

Instagram: www.instagram.com/drlavatudo

Telefone da Central de Atendimento para todo o Brasil:  3003.0164

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O que toda gorda tem que saber antes (e depois) de entrar na academia

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Primeiro post do ano, e eu pensei em começar com algo bem interessante, e que pudesse fazer bem à quem viesse a ler essas palavras. E ontem enquanto estava na academia, me veio a inspiração, o tema e a forma com que eu deveria abordar esse assunto e compartilhá-lo com vocês, então, vamos lá. Quem me acompanha sabe que eu estou fazendo atividade física supervisionada na Academia Body Coach Club, pois bem, desde setembro estou lá e gostando bastante. Mas nesse curto espaço de tempo, muitas coisas aconteceram na minha vida, e eu me sinto meio que na obrigação de contar, porque eu havia comentado que através do “Projeto Body Perfect”, eu mostraria minha evolução e tudo que fosse acontecendo no meu dia à dia. Então senta que lá vem história. E eu queria começar falando sobre algumas coisas que toda gorda deve saber antes e depois de entrar na academia, porque certamente são situações pelas quais todas nós iremos passar em um dado momento.

Eu preciso emagrecer para entrar na academia?

Infelizmente tem gorda que pensa que pra ir para a academia, precisa emagrecer antes de entrar, e como fica naquele círculo vicioso, precisa emagrecer para entrar e não entra porque não emagreceu, acaba deixando de lado e não entra. E o que eu posso dizer é que não existe um peso padrão para se entrar numa academia, o que acontece, é que toda atividade física precisa ser feita com a supervisão de pessoas habilitadas. É claro que quando mais pesado o aluno, os exercícios devem ser mais leves para evitar que as articulações sejam forçadas, pois a pessoa com mais peso, certamente sentirá mais dificuldade na execução de algumas atividades. Também acho legal procurar um médico antes e fazer alguns exames, no meu caso, meu cardiologista me passou uma bateria deles. Fiz o teste ergométrico, o mapa (que monitora a pressão do paciente por 24 horas, e eu usei até mesmo na hora das atividades físicas mais pesadas), e o ecocardiograma, além dos exames de sangue habituais. Como está tudo ok, estou  tranquila.

Todo mundo fica me olhando naquela academia

Muitas pessoas pensam que por estarem acima do peso, as pessoas na academia os olham com olhar de desaprovação, de reprovação e de preconceito, mas isso não é verdade. Eu pelo menos nunca senti isso, tanto na academia que estou agora, como na outra que malhei por um bom tempo. Cada pessoa que está ali tem um objetivo, uma meta e precisa vencer suas próprias limitações para alcançar o que deseja. Quando vemos as pessoas fazendo suas atividades, estamos longe de saber como é a vida e a rotina de cada um, a gente vê o exterior, mas por dentro, onde ninguém vê, cada um convive com seus dilemas. E a minha dica é que vocês não se escondam, não fiquem constrangidos ou nos cantos pensando no que podem estar pensando de vocês.  Se saiu de casa para ir à academia, vai lá e faz sua série. Nada de ficar desanimado com pensamentos derrotistas e nem vale dar bola para a baixa auto estima.

Vou usar roupas bem largas, pra ninguém ver o meu corpo

Eu tenho vários pudores na rua, tipo, não gosto de usar roupas justas ou marcando e geralmente ando super coberta, mas na academia eu acabo não ligando muito pra nada, sabe? Porque como eu falei acima, lá dentro cada um tem um objetivo e meio que falta tempo, para se preocupar com o que o outro está usando e vestindo. E com o calor que faz aqui no Rio de Janeiro, não consigo malhar nem de regata, porque a coisa complica. Gosto de usar macacões com as costas de fora, ou a famosa dobradinha top e legging. E  por falar em top, eu várias vezes, uso a parte de cima dos biquínis como top e vou malhar numa boa. Barriga de fora sim, meus amores! Porque não é porque minha barriga é positiva, que ela precisa ficar escondida. A gente precisa aprender a ter uma relação de amor e amizade com o próprio corpo, e pra que isso aconteça, a gente precisa aprender a não ter vergonha dele. Ah, e usar aquela camiseta enorme, não vai fazer você parecer mais magra, viu? Vai continuar gordo do mesmo jeito e ainda vai passar calor. Mas vale lembrar que você deve ir dando à si mesma o tempo que precisa para estabelecer essa relação de amor e amizade com o seu corpo, e nesse processo, você pode ir diminuindo a roupa aos poucos, por exemplo. O importante é que aprenda a se sentir à vontade.

Estou super desanimada, não vou mais

Estar ou não animada para ir para a academia, são duas coisas que mudam o tempo todo dentro de mim, e sinceramente, em vários momentos eu sinto um desânimo muito grande.  A correria do dia à dia, as coisas por fazer, os compromissos que só aumentam, e mesmo o cansaço, fazem com que a gente perca uma boa  parte do animação inicial, mas a gente não pode se deixar abater!  E se eu for esperar ter  uma vontade imensa e estar super disposta e animada para aparecer por lá, vai complicar. Felizmente o meu desânimo só existe antes de entrar lá dentro, porque quando começo a fazer as atividades, eu me animo de uma forma, que nem quero sair mais.  Me sinto bem, alguma coisa muda e tudo o que eu senti antes de chegar até lá, é simplesmente apagado de dentro de mim.  Certamente é efeito da serotonina que é liberada quando praticamos atividade física, porque me sinto muito disposta e determinada.  E eu queria contar isso porque muitas meninas acham que só elas se sentem desanimadas para ir à academia, mas me dá o braço, amiga, porque eu também me sinto em vários momentos. E aconselho que você não espere o ânimo vir para ir pra lá, porque em casa, o ânimo nunca chega, mas chegando lá, tudo muda pra melhor, eu te garanto!

Quantos quilos você já emagreceu?

A gente mal entra na academia e tem sempre alguém que surge com essa pergunta esdrúxula! E o engraçado como as gordas são bombardeados com esse tipo de pergunta, porque geralmente quem está perguntando faz isso de forma super indiscreta e invasiva. Ninguém pensa em perguntar se estou me sentindo melhor depois de começar a praticar exercícios, se estou feliz, se  estou gostando. Só querem saber quantos quilos eu emagreci (me poupe!). E eu posso dizer que minha meta e meu foco não é o emagrecimento, mas se eu perder alguns quilinhos, vai ser muito bom. Mas parece que o gordo quando entra na academia, tem um contrato assinado com a sociedade e com a mídia, em que se compromete a emagrecer. E gente, não é assim! Em algum momento alguém pensou que eu estou me sentindo bem do jeito que eu estou? Que eu estou buscando algo que vai além de menos quilos na balança? Desde que eu comecei a ir na academia, eu perdi peso sim, mas não vou contar quantos quilos, porque não quero que o foco da nossa conversa seja esse. Perdi também bastante circunferência abdominal, e isso eu percebo vendo fotos e vídeos de pouco antes de entrar na academia e de agora. Minha barriga diminuiu bastante. Também estou com mais fôlego, as dores articulares que eu sentia melhoraram muito e eu estou dormindo melhor. Vou na academia de noite, e quando chego em casa consigo uma noite de sono tranquila. As idas à academia também fizeram que eu comesse menos à noite, pois eu estava numa vibe beliscadora, comendo várias coisinhas calórias antes de dormir. Surpreendentemente, essa larica diminuiu muito.

Por quanto tempo eu preciso ir à academia?

Já ouvi muita gente determinando o tempo que ficaria na academia, como se tivesse um objetivo à cumprir, e logo que ele tivesse sido alcançado, a prática da atividade física pudesse ser abandonada. Pra quem pensa assim, eu tenho uma notícia nada boa: as atividades não podem parar, tem que ser pra sempre! “Nossa, mas é muito chato malhar! Não vou conseguir ficar indo pro resto da vida!”, mas eu não disse que você tem que malhar pra sempre, estou dizendo que você vai ter que fazer alguma atividade física com regularidade, para o resto da vida, e nem precisa ser na academia. O lance é que a gente precisa se movimentar, tem essa necessidade. Nosso corpo foi feito para estar em movimento, mas as atividades do nosso dia à dia, nos levam cada vez mais à uma vida sedentária. Então, você pode caminhar todos os dias pela manhã ou nos finais de tarde, pode fazer hidroginástica, algum tipo de dança, pilates, andar de patins, enfim, fazer qualquer coisa que coloque seu corpo em movimento, e de preferência, que seja algo prazeroso pra você. Como eu disse acima, não se ligue na balança, no que as pessoas esperam de você, não dê atenção aos julgamentos e críticas, vai lá e faça algo que te deixe feliz e em movimento. Até porque, sem movimento, a gente vai enferrujando aos poucos e passa a sentir dor em todos os lugares possíveis e imagináveis.

Não tenho roupa pra malhar

Eu tinha várias roupas de academia em casa, dos tempos em que malhava na outra academia. Lembro de ter comprado vários macacões e ir cada dia com um, e como eles são de qualidade, ainda estão em ótimo estado. Qual foi a minha surpresa agora, quando fui ver os preços de roupas de malhar, gente, tá muito caro! Aliás, roupas de academia em tamanhos regulares tem um preço bom, conheço lojas com produtos super bonitos e de qualidade, com preços maravilhosos, mas tamanhos maiores? Esquece! Porque o preço é lá em cima! Então eu acabei colocando os macacões antigos pro combate novamente, e estou usando leggings com tops. Prometi pra mim mesma que posso até comprar alguma coisa, mas não vou meter a louca num valor alto pra renovar meu guarda roupa fitness. Não tem essa coisa de não pode repetir roupa, isso é besteira! Contando que esteja limpinha e cheirosinha, vai ser usada de novo sim! E eu falo isso, porque agora com esse lance de Instagram, que todo mundo publica as fotos de academia todo dia, o povo não quer repetir roupa por causa das fotos. Mas isso é bobagem gente, vai por mim. Foca em ir e fazer as suas atividades na boa, só isso. Então, se você quer começar e não tem roupa nenhuma fitness em casa, improvisa e vai com o que tem. Pega um short, uma camiseta e um tênis e vai. Se a camiseta for muito fechada, customiza ela com uma boa tesoura, e segue em frente. Não crie obstáculos para ir para a academia e nem dê confiança para seu lado consumista gritando e te influenciando à estourar o cartão.

Redes Sociais podem ser fatais

Quando eu estou na academia não fico com o telefone na mão, deixo ele de lado e nem dou confiança. Mas eu vejo o povo o tempo todo com o celular na mão, tirando selfies, postando, vendo quem comentou, quantos likes conseguiu, e eu não tenho paciência pra isso. Até porque, se eu começar nessa, eu vou pra academia e não consigo fazer nada, só ficar nas redes sociais. E eu estou travando uma batalha comigo mesma, sabe? Não é contra ninguém que está lá dentro, é contra mim! Eu sou a única que pode me sabotar, me trair e me decepcionar dentro daquela academia, da mesma forma que sou a única pessoa que pode realmente me motivar e me fazer seguir em frente. E eu até tiro selfies, mas não são muitas, não é todo dia, e nem em todos os momentos. Eu admito que até deveria tirar mais, pois tenho o projeto “Body Perfect” em curso, e as pessoas gostam de ver fotos, mas fica até meio complicado tirar as vezes. Mas o que quero deixar claro, é que as fotos não estão proibidas, a gente é que não pode se perder só postando coisas na internet e deixar de lado os exercícios, porque vamos combinar, tem gente que nem malha direito, vai mais pra ter o que postar.

Não se compare com ninguém

Geralmente quando a gente começa a fazer atividade física, quer compensar na primeira semana, uma vida toda de sedentarismo. Parece que temos a necessidade de provar alguma coisa para nós mesmos, e é aí que nos ferramos. O corpo sem preparo começa a dar sinais de cansaço, as articulações reclamam do esforço, músculos exaustos e dores para todos os lados, tudo isso faz a gente desistir. Então, não se liguem que a coleguinha do lado corre na esteira, você está apenas começando, então caminhe. Mas caminhe dentro do seu limite, dentro das suas possibilidades, sem pressa e sem querer fazer algo além do que pode. O mais importante nesse processo todo é a constância, e não a intensidade. Aos poucos o corpo da gente vai se mostrando mais resistente e mais forte, vai aguentando pegar mais peso, caminhar mais rápido e até correr. Enquanto isso não acontece, não desanime e nem se chateie, apenas continue e respeite seu tempo.

Malhar é uma atividade solitária

Quando vemos fotos das musas fitness no Instagram, em vários momentos imaginamos a malhação como uma atividade glamourosa. Todas lindas e perfeitas, com seus cabelos maravilhosos e seus sorrisos, mostrando que malhar é legal e divertido, mas amiga, vou te contar um segredo: não tem glamour nenhum!  Na verdade malhar é uma atividade solitária, pois por mais que você conheça as pessoas, tenha várias amizades na academia, você tem que manter o foco e malhar sozinho, porque o papo na maioria das vezes, só atrapalha. Conversar depois de já ter feito tudo, é mais do que válido, mas antes  e durante, sinceramente, não indico. O mais correto é ir lá e tentar de todas as formas fazer o que foi proposto, e não tem glamour nenhum em deitar no colchonete com caneleiras para exercitar as pernas, não tem glamour em levantar pesos, assim como não tem glamour em ficar na esteira. A gente se esforça em várias atividades e sua muito, prende  o cabelo pra trás com um prendedor de plástico, e é um tal de abaixa e levanta, que não tem como manter a pose, mas a gente tá lá pra isso, não é mesmo? Por isso amiga, o importante é que você seja sua maior incentivadora, que você faça suas atividades focada e não se permita voltar atrás, porque esse é um desafio só seu.

Enfim, é isso. E quero que saibam que meu desejo sincero é que vocês possam se sentir bem e ter a auto estima elevada. Que consigam se valorizar, que aprendam a não se depreciar e a não se sabotar no dia à dia. Por mais que pareça fácil, nem sempre as coisas acontecem da forma fluída que a gente espera, mas não deixem que as dificuldades as impeçam de ir além. Gorda ou magra, baixa ou alta, negra ou branca, você tem valor! E reconhecer esse valor é responsabilidade sua, pois é através dos seus olhos, que as pessoas a enxergam. Então se veja como você realmente é, poderosa, capaz e digna de respeito e amor. Dê ao seu coração o alento que ele precisa, à sua mente a serenidade que ela merece, e ao seu corpo, o movimento que certamente o fará bem.

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Até a próxima!

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Black Mirror – por que os negros continuam negligenciados no mundo fashion?

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Deddech Howard é uma modelo africana negra nascida na Libéria, que desenvolveu um projeto super interessante chamado Black Mirror. É claro que o projeto fez questão de chamar atenção pelo nome, já que faz menção à série homônima da Netflix que fala sobre os impactos da tecnologia na vida dos seres humanos. Na realização dessa empreitada, ela teve a ajuda do fotógrafo Rafael Dickreuter para recriar campanhas de marcas famosas que foram estreladas por modelos brancas como Gisele Bündchen, Gigi Hadid, Kendall Jenner e até a atriz Michelle Williams.  A grande questão é que o mundo fashion assumiu um padrão de beleza europeu, e raramente vemos mulheres negras, asiáticas e latinas em campanhas publicitárias, e é super estanho, porque parece que não consumimos, não existimos e não compramos. E todos os dias vemos centenas de propagandas de produtos e serviços, na mídia impressa, nas ruas, na internet e na TV, mas as mulheres negras não se sentem representadas, porque raramente são mostradas. Quando se trata de marcas conceituadas e que são objeto de desejo de muitas, a coisa fica mais complicada ainda, e está mais do que na hora das coisas começarem a mudar e essa visão equivocada das coisas ser posta por terra.

A representatividade é extremamente importante, e quando nos privam dela, estão nos privando de muitas coisas boas que acontecem dentro de nós, quando nos sentimos inseridas dentro da sociedade da qual fazemos parte. Precisamos ver pessoas com características físicas diversas sendo mostradas, porque a beleza é diversa, o mundo é diverso, e temos que ver toda essa diversidade ser mostrada de forma democrática e humana. É claro que sempre existem aqueles que pensam que tudo é mi mi mi, mas existem várias pessoas que entendem que essa representatividade é importante inclusive, para a formação do indivíduo e para a sua afirmações que estão diretamente ligadas à sua auto estima. Analisando as fotos abaixo, vemos que a modelo negra é muito bonita, fotografa bem, tem um olhar impactante, então, porque não é chamada para as campanhas? Sem dúvida é por causa da cor da sua pele, por ser negra, e isso é algo tão cruel, e com o qual não podemos nos conformar.

Embora o enfoque seja sobre uma figura feminina, percebemos que os homens negros também não são muito vistos no cenário fashion, são da mesma forma discriminados e marginalizados, enquanto modelos de pele bem clara, são sempre vistos estrelando campanhas diversas mundo afora. Vale dizer que muitas vezes, quando os negros fazem algum tipo de trabalho nesse segmento, os cachês são mais baixos dos que são pagos para pessoas brancas, porque muitos insistem em dizer que campanhas com negros não rendem, porque a rejeição da sociedade à elas é grande quando investem em pessoas com pele escura. Enfim, essa é uma visão extremamente preconceituosa, mesquinha e sórdida, e eu apoio qualquer tipo de iniciativa que seja para desmascarar esse tipo de ação que corre por baixo dos panos, e só serve para deixar o mundo ainda mais submerso em preconceito.

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O que tiramos de lição do desfile da LAB no SPFW

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O segundo dia de desfiles do SPFW deste ano,  sem dúvida alguma, ficou para a história! Porque desde que eu me entendo por gente, vejo no mundo da moda pessoas bem diferentes de mim e das pessoas que me rodeiam na “vida real”. E a gente fica sem entender, o motivo de ser tudo tão segregado, de apenas uma parte muito pequena da população poder se sentir representada nas passarelas. É tudo muito estranho, porque não é só a questão da magreza que está sempre em evidência, mas os próprios biotipos mesmo, porque num país como o nosso miscigenado, ainda é meio que novidade encontrar negros desfilando ou fazendo editoriais de moda, assim como nordestinos, pessoas com traços indígenas, e por aí vai. Mas no desfile da LAB (Laboratório Fantasma), grife do rapper Emicida em parceria com seu irmão, Evandro Fióte, vimos vários tipos de pessoas na passarela, e o que poderia ser apenas mais um desfile, se tornou o ponto de partida para mais uma vez ser levantado um diálogo a respeito de representatividade.  Foi muito bom ver na passarela mulheres e homens de todos os tons de pele, de todas as formas e tamanhos, representando a “beleza real” que encontramos corriqueiramente no meio da rua, do nosso lado, nas nossas vidas, desfilando modelos que podem ser usados por homens e mulheres, quebrando dessa forma qualquer limite ou padrão de gênero que possa existir.  Na concepção do desfile, uma mistura inusitada que uniu o Oriente e a África, trazendo peças repletas de informações, com uma ligação muito forte com o street style, mas ao mesmo tempo com cortes diferenciados que davam leveza e a sensação de amplitude. A mistura de texturas,  figuras e cortes geométricos, uma pitada de alfaiataria e a eterna sincronia usando o preto e o branco, estavam presentes também nas peças, assim como estampas diferenciadas,  estilizadas à partir de tecidos tradicionais da Angola, mostrando a versatilidade que a moda pode (e deve) ter. E eu bem que gostaria que tudo o que vimos fosse algo normal de acontecer, mas infelizmente não é, porque trazer os “tipos normais” para as passarelas, ainda é algo raro, que poucos querem (e ousam) fazer, porque no íntimo, querem continuar produzindo para um nicho reduzido, segmentado e exclusivo de pessoas, porque a moda, na maioria das vezes não é democrática. Mas foi preciso um cara que conhece a realidade da periferia, as dificuldades enfrentadas por essa gente comum que acorda cedo para tentar vencer na vida, para trazer o diferente, o inusitado, o novo, com essa roupagem moderna, atual e cheia de estilo. Outro fato que bombou nas redes sociais, foi a participação da modelo Bia Gremion no desfile, pois a moça de 19 anos usa manequim 60, e ter uma modelo que nem no chamado casting de “Modelos Plus Size” se enquadra, desfilando, é um passo gigantesco em direção a essa tão sonhada representatividade que todos nós falamos. E foi interessante porque ela não estava lá desfilando uma grife para gordas, não estava sendo sinalizada como a gorda, era apenas mais uma modelo no meio de tantas outras, que estava lá, fazendo seu trabalho de forma digna e brilhante. E por mais que eu apoie e ache super importantes os eventos de moda plus size, devo confessar que eu sempre acho que eles por vezes nos fecham dentro de um mundinho “fat fashion”, porque o fato é que as gordas só conseguem espaço quando os eventos são destinados ao público gordo. E é tão bom ver todo mundo junto, essa mistura de pessoas, de gente de todos os tipos, simplesmente tendo seu espaço e sua chance de nos mostrar que a moda pode ser acessível às pessoas comuns, que como quaisquer outras, só querem se sentir conectados de alguma forma com as suas tendências. No desfile também brilharam os cantores Seu Jorge e Ellen Oléria, dois negros simplesmente maravilhosos, dos quais sou simplesmente fã. No mais, tudo estava perfeito, com a presença de calças com cortes diferenciados, capuzes, jaquetas, quimonos, camisetas,vestidos,  bermudas, chapéus, prissados, cintura marcada e muito, mas muito estilo.

LAB SPFW - N42 Outubro / 2016 foto: Ze Takahashi / FOTOSITE

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Então, a lição que podemos tirar desse desfile, é que as pessoas consideradas comuns, precisam ocupar seus espaços, para que tantas outras se sintam realmente representadas por elas na moda.  E que a beleza precisa ser valorizada nas suas mais diversas formas, fazendo assim, com que aqueles que se sentem excluídos e inadequados de alguma forma, possam entender e vivenciar o seu real valor na vida, e dentro da sociedade. Afinal, padrões foram feitos para serem quebrados, e a felicidade foi feita para ser conquistada, todos os dias.

 

 

Cabelo Premium: garantia de um Mega Hair perfeito!

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Eu já uso alongamento nos cabelos tem um bom tempo, e por conta disso, fui meio que obrigada a entender de cabelos, porque tem muita gente vendendo cabelos sem qualidade nenhuma com preços exorbitantes. Quando as clientes não conhecem, compram enganadas e só depois que estão com o cabelo na cabeça, é que tem noção a furada em que se meteram. E estamos falando de um produto que não é barato, e por isso, temos que fazer as melhores escolhas de fornecedores para não termos problemas mais tarde. É claro que eu já quebrei a minha cara algumas vezes, faz pate, mas hoje não quebro mais porque conheço e entendo muito bem de cabelos. E por conta disso, depois de todo esse tempo experimentando, comprando, conhecendo e me informando, que eu comecei a vender cabelos também. E hoje eu comercializo Cabelo Premium, ou seja, é um cabelo humano com qualidade extra, que tem características muito específicas: é todo inteiro, tem as pontas cheias, é encorpado, tem maciez e brilho absolutos. E o bom disso tudo, é que eu consegui um preço justo pelo produto, ou seja, dentro do que eu estou oferecendo, super vale o investimento e as clientes que já compraram, estão entrando em contato, enviando fotos, porque estão super satisfeitas com ele. Enfim, estou deixando algumas imagens para vocês e o link dos primeiros três vídeos da série Dicas de Mega Hair que eu publiquei no youtube, e aconselho que assistam, pois esclarecem várias dúvidas. E quem se interessar em adquirir os cabelos, é só entrar em contato comigo pelo Whatsapp: (21) 98621.7257 ou por e-mail: contato@tempofashion.com.br.

 

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E uma outra dica super importante pra vocês, o site do Carrefour está com uma promoção muito legal, oferecendo descontos de até 30% nas chapinhas e de até 20% nos secadores de cabelo, e  eu posso garantir que esses dois itens são fundamentais para quem quer usar Mega Hair. Imagine não ter um bom secador para secar essa cabeleira toda? E uma boa chapinha é sempre bem vinda para dar uma alisadinha nos fios. Eu geralmente passo a chapinha de leve nos meus depois de lavados, e enrolo as pontas com bayliss. Enfim, estou deixando o link abaixo para vocês fazerem a festa, é só clicar:

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Anorexia e Obesidade: os dois extremos

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Faz tempo que eu queria falar à respeito desse assunto, mas no fundo, precisava de tempo para reorganizar as ideias, e encontrar as melhores palavras. O exercício da escrita para mim é simples, porque as coisas vão fluindo facilmente, mas tenho sempre o cuidado de ter o tom certo, para trazer os fatos da forma mais consciente e mais precisa possível. E hoje eu queria falar sobre dois extremos que estão cada dia mais em alta na nossa sociedade, e que tem adoecido e matado muita gente: a anorexia e a obesidade. Pode parecer estranho, eu sendo uma blogueira gorda, falar sobre obesidade, até porque eu sinto que as blogueiras plus size, acabam meio que embarcando somente na valorização da auto estima da mulher gorda, sem tocar em pontos e feridas que certamente vão doer. As pessoas não comentam certas coisas porque tem medo do que o público vai achar, ficam com medo de serem criticadas, e expostas dentro desse segmento que é tudo nessa vida, menos unido. E eu posso dizer para vocês, sem citar nomes, é claro, que  muitas das blogueiras que vocês conhecem e  que falam tanto da tal auto estima GG, no fundo tecem comentários ofensivos contra outras gordas, e só enxergam nelas, um público fácil  para se tornarem influentes, conhecidas e lucrarem ($) com isso. No meu caso, eu estou meio que à margem disso tudo, porque escrevo e faço o que tenho vontade e abraço as causas nas quais eu realmente acredito. Sendo assim, eu acabo me expondo bem mais e não tendo medo do que vão pensar ou falar à meu respeito, até porque, meu comprometimento maior é em ser eu mesma.

E eu sempre quis entender esses dois extremos, porque as pessoas simplesmente param de comer e mesmo estando magérrimas ainda se enxergam gordas, e por que outras pessoas simplesmente engordam. E nos tempos do falecido Orkut, eu tinha uma comunidade que se chamava “Ana e Mia – Grupo de Apoio” e para quem não sabe, Ana é o apelido da anorexia e Mia é o apelido da bulimia, dois transtornos alimentares severos. Na época, a comunidade era referência no compartilhamento de experiências entre os membros e até mesmo de ajuda por parte de profissionais. E para mim, que nunca na vida fiquei sem comer ou fiquei forçado vômito para não engordar, era tudo muito surreal, e parecia que era coisa de filme. Na verdade criei a comunidade pela curiosidade no tema, que começou a fervilhar logo no aparecimento dos primeiros blogs. O sofrimento daquelas pessoas era real, e infelizmente até hoje é, e poucos são os profissionais da área médica que estão realmente preparados e habilitados para o atendimento de quem tem esses transtornos, e enquanto isso, as vidas vão sendo perdidas. E a questão é que pouco se fala nessas doenças, a gente só vê entrarem em evidência quando alguma novela fala à respeito, aí os casos começam a aparecer, os relatos começam a surgir, mas quando não tem novela, o que acontece? Acontece que tudo continua como está, e enquanto eu estou escrevendo esse texto, tem alguma menina começando agora alguma “dieta” maluca movida à alface e água, para perder peso e “ficar bonita”

O grande problema é que quando alguém começa a emagrecer muito, todo mundo elogia, a magreza é glamourizada de uma forma absurda à ponto de muita gente achar que só quem é muito magro é bonito. E alguém precisa avisar a esse povo que nem todo mundo nessa vida vai vestir 36, e que isso não é,  e não pode ser um problema, principalmente de auto estima. Dá para ser feliz não estando dentro dos “padrões”, e para isso o necessário é construir uma mente sadia, que consiga promover somente coisas boas para si, deixando de lado a depreciação que volta e meia a sociedade nos dá, e que a mídia nos impõe. A anorexia é algo tão terrível, que faz o corpo ir parando de funcionar aos poucos, e por fim, tendo uma falência única e exclusivamente por falta de nutrientes, quem procura e aceita ajuda à tempo sobrevive, muitos (a maioria) morre e se torna estatística. Mas quando vemos as tais semanas de moda mundo afora, quado vemos os catálogos de revista, quando vemos os comerciais das grifes, vemos pessoas muito magras, completamente diferentes das que encontramos nas ruas. Mas é esse padrão que a moda prega, é isso que eles mostram como referência para as pessoas, e por isso que gerações e mais gerações já nascem se sentindo inadequadas para o mundo.

Ao passo que do outro lado existe a obesidade, uma doença que vem crescendo em índices alarmantes. Mas o povo famoso do mundo plus size se nega a falar a palavra obesidade, simplesmente por ela se tratar de uma doença. E parece que realmente é tabu tratar do tema, porque como falei no comecinho, as influenciadoras digitais precisam falar o que as pessoas querem ouvir, mesmo que não seja verdade, e é muito mais fácil falar que a pessoa pode ser do tamanho que for que não estará doente, que continuará sendo linda, maravilhosa e poderosa, do que se dispor a um diálogo à respeito do tema. E eu falo sobre a obesidade como falo de qualquer outra doença,  e não me vejo menor ou menos importante como mulher, porque sofro dela, e certamente ter isso desconstruído dentro de mim, me facilite tanto chegar a um equilíbrio capaz de me fazer enxergar essa doença, como ela realmente é. Em maio desse ano, fui convidada a falar sobre gordofobia num evento que teve aqui no Rio de Janeiro, o Hash Tag Bazar, e eu falei de forma ponderada e educada a tal palavra que é demonizada pelo nicho plus size: obesidade. Mas sinceramente eu sinto a necessidade de não temer tratar dos temas, e eu repito o que disse naquele dia e em um outro vídeo que postei na internet (Apologia à obesidade, ou um pedido de respeito): que existem pessoas aprisionadas dentro de seus próprios corpos. E infelizmente, existem.

E por mais que a “comerciolândia plus size” tente vender a ideia de que a obesidade não existe, a realidade é cruel e bate na nossa porta todos os dias. E sinceramente, a gente precisa se amar, se respeitar e se valorizar estando de qualquer tamanho, mas não precisa se alienar e dizer que as coisas não existem, só porque a gente não quer que elas existam. É muito fácil uma menina de , 18, 20, 25 anos dizer que pesa, 120, 150, 180 quilos e não sente nada, quero ver dizer isso com 35, 40, 45 anos. Fui em um evento há algum tempo, e vi uma moça que é “militante da causa gorda” e não tive como não  reparar a forma dificultosa que ela caminhava, meio torta, esbaforida, com aparente cansaço. Uma moça que tem idade pra ser minha filha, mal aguentando levantar da cadeira e caminhar, com as pernas e os pés extremamente inchados, fiquei mal com isso. Mas na frente do computador é fácil militar, difícil mesmo é conseguir fazer as atividades, subir uma escada ou uma rua íngreme sem quase morrer, e eu nem estou falando em encontrar ou não roupas, porque temos observado que algumas marcas tem trabalhado com manequins maiores. Estou falando de algo mais dolorido do que não ter as roupas da moda, quando as pessoas vão tendo limitações físicas, para fazerem as coisas básicas do seu dia à dia.

E ninguém deixa de andar de um dia para o outro, é uma sucessão de coisas, cada dia uma, o peso forçando a estrutura óssea, a gordura comprimindo os órgãos, e da mesma forma que a anorexia vai causando uma falência no corpo, a obesidade segue destruindo tudo sem o menor remorso ou pena. E o pior de tudo é que ela segue silenciosa seu caminho de destruição, cada dia se apoderando de uma parte, de um pedaço, de um sonho, pois limita e fere, e a gente corriqueiramente, nem se dá conta disso.  Mas o fato de falar isso, não faz com que eu deixe de entender que os gordos (e nessa lista eu me incluo) são culpados por serem gordos. A obesidade não é causada por falta de vergonha, não é coisa de gente relaxada ou preguiçosa, é resultado de uma série de fatores, e o gordo não pode sofrer preconceito por ser gordo, não pode deixar de ser respeitado e visto como alguém menor por conta disso. E eu sempre aconselho que antes de qualquer coisa, que assistam a entrevista do Dr. Alfredo Halpern, médico endocrinologista que falou coisas altamente esclarecedoras no extinto programa “De frente com Gabi” no SBT, procurem esse vídeo e assistam. Esse homem viveu uma vida inteira estudando sobre a obesidade, e de uma forma brilhante, nos mostrou pontos geralmente esquecidos, tudo isso sem humilhar ou demonizar o gordo, ao contrário disso, tendo total respeito. E eu peço para todos os que são gordos, assistam essa entrevista! Da mesma forma que eu falo para aqueles que atacam os gordos, assistam esse entrevista! Poupará muita gente de sair por aí falando besteira!

E da mesma forma que a anorexia, a obesidade tem pouca gente que realmente esteja preparada para atender quem dela sofra, pois os médicos geralmente fazem os pacientes passarem por situações vexatórias, expondo-lhes ao ridículo e negando um atendimento decente. Há quem faça chacota, ria, faça piadinhas, menos atender da forma correta o obeso. E eu não estou dizendo que a gente tem que seguir um padrão, porque não, a gente não tem que seguir nada! Mas não podemos fechar os olhos e ver que já tem criança que respira mau por causa do peso, que tem adolescentes que já tem pressão alta por causa dele, que tem mulheres que não aguentam dar nem dois passos para deixarem seus filhos na escola, que tem pais que já não conseguem nem trabalhar, e alguma coisa precisa ser feita. E eu devo confessar que seguir a tabela do IMC muitas vezes é a maior furada, porque ela considera apenas peso e altura, e não leva em conta percentual de massa magra (músculos) e gordura, sendo assim, uma pessoa atlética e em forma, pode ser tida como gorda através dela. Da mesma forma que uma pessoa tida com o peso normal, pode estar com aparência de doente, de tão magra. O nosso corpo foi feito para estar em movimento, precisamos nos movimentar, e não é normal alguém que se canse com muita facilidade, que tenha uma fadiga extrema, que não consiga dar uma pequena corrida, que não consiga sentar no chão e se levantar, alguém que sinta dores insuportáveis nas articulações por causa do peso, que viva tomando um monte de remédios para estabilizar a pressão mesmo sendo jovem, enfim, não é normal viver com tantas limitações por causa do peso.

E sinceramente, o que está faltando nesse mundo é o meio termo, porque tudo é jogado em extremos de forma canibalesca. Da mesma forma que a magreza excessiva não é bonita (mesmo que a indústria da moda diga que sim), a obesidade alarmante também não é. Os dois extremos ferem, são agressivos e limitantes. Eu poderia ilustrar esse post com algumas pessoas muito gordas, que ficaram conhecidas através da sua participação nos programas do Discovery, mas acredito que ficaria agressivo, e não há necessidade para isso. E eu convido a vocês a assistirem esses programas de vez em quando, como eu assisto, para verem que a obesidade não é “bonitinha” como algumas pessoas do mundo plus size querem vender. Pessoas com os corpos completamente deformados, sem conseguir se movimentar, muitas vezes em cima de camas, mal podendo se locomover. E aí você pensa: “Ah, mas isso nunca vai acontecer comigo!”, e sinceramente, pode acontecer com qualquer pessoa, não estamos livres de nada, por isso que precisamos nos precaver. E aqui no Brasil conheço vários casos, e não é só por internet, não, mas jamais exporia as pessoas, porque as respeito e admiro por sua luta e história de vida. E quando eu falo sobre respeito e admiração, é porque eu não vejo que nós que somos gordos sejamos dignos de pena.  Eu acredito que a abordagem do tema obesidade é totalmente equivocada, mas nem por isso podemos parar de falar sobre ela e vê-la com olhos romantizados que adoçam a realidade com adjetivos como gordinha, fofinha, plus size. Até porque a palavra gorda não deveria soar ofensiva.

Eu sei e compreendo que o gordo é tratado como lixo, e aparecem fiscais da saúde alheia dando palpite em tudo, e quando a pessoa fuma, usa drogas ou bebe, ninguém gasta seu tempo dizendo que faz mal à saúde, e isso eu também falo no vídeo que eu citei acima. O gordo é o mais policiado, o mais oprimido e o mais maltratado, tudo por uma boa causa, “a preocupação das pessoas com a sua saúde e bem estar” – ah, me poupe! E hoje sinceramente, não tenho o menor desejo ou pretensão de ser magra, mas posso dizer que já tive bem menos peso que hoje, mas já pesei bem mais também, e quando estava mais gorda, sei como funcionavam as coisas, e por conta disso, eu faço tudo pra me manter no que estou e/ou perder  o que já tenho. Eu não posso soltar o freio de mão e deixar acontecer, não posso deixar de me preocupar, não posso deixar de me policiar, porque uma das coisas que eu mais amo, é a liberdade de poder ir e vir, estar em qualquer lugar que eu quiser. Não quero ficar presa, limitada, aprisionada dentro de mim mesma, eu preciso viver! Mas eu decidi que vou viver gorda, acima do peso, mas uma gorda, mas uma gorda que se movimenta, que faz atividade física, que não come um monte de besteiras o tempo todo, uma gorda que investe em si mesma e faz de tudo pra se manter feliz.

Estou convidando vocês a fugirem do padrão, mas não abandonarem a razão. Nas Olimpíadas e Paralimpíadas vi tantos atletas acima do peso, fazendo coisas lindas, vencendo limites, ganhando medalhas e sendo aplaudidos, que não tive como não me inspirar através deles. Os médicos sensatos sabem que uma pessoa acima do peso que se movimenta e faz algum tipo de atividade física, tem muito mais saúde que uma pessoa magra que não se exercita. O importante é fugirmos dos extremos, até porque, eu sei exatamente qual o meu limite de peso, o número máximo que eu permito ver na balança, mas a realidade é que cada um sabe de si. Do seu limite, só vocês sabe. E mais uma vez, não se trata de ser gordo ou magro, se trata de não se permitir prender, de não se deixar aprissionar.  E não se deixem influenciar pela tal “militância da causa gorda” porque muitos dos que se apregoam tão seguros e repletos de auto estima nas redes sociais, na realidade são totalmente inseguros e tristes, e a gente não pode viver numa bolha de gordos, pois é fácil falar que se ama e se aceita, quando se está diante de pessoas iguais e/ou semelhantes, o desafio de verdade, é na vida real, do lado de fora da vida, onde tem gente de tudo que é jeito ao nosso lado. É preciso aprender a se amar, se respeitar e manter a auto estima em alta, mesmo no meio das pessoas magras, mesmo diante daquelas que são padrão, porque percebo que essa militância mais segrega as pessoas em guetos, do que realmente as prepara para a vida real.

Tudo o que falei foi de coração, e por observar muitas coisas nessa vida, e talvez muita gente não entenda e teça comentários nada bondosos à meu respeito, mas sinceramente, já estou acostumada e faz tempo que não ligo mais, pois muito mais importante do que ser aplaudida pelas pessoas, é minha consciência de dever cumprido, de saber que eu estou fazendo a minha parte, e usando esse espaço para trazer verdades que apesar de ácidas, nos são totalmente necessárias. Certamente muita gente vai se identificar com o que eu disse, mas no fundo vai ter um certo medo de dizer que concorda, porque sabe exatamente o peso de ratificar uma opinião como a minha, mas se você não quiser se manifestar, não precisa, apenas reflita, e entenda que essa gorda aqui  não tem motivo pra sair por aí atacando as pessoas, apenas usa seus textos e vídeos para fazer pensar, questionar e se surpreender. Sendo assim, se permita pensar por outro ponto de vista, faz parte do processo.  Quando às escolhas, elas são pessoais e por conta disso, cada um faz as suas. Respeito todas e invisto sempre nas minhas.

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